DDGS
A ALD Bioenergia é também uma grande fábrica de proteína para alimentação animal!

Destas instalações vão sair anualmente mais de 80 mil toneladas de um coproduto da fabricação do etanol, conhecido como DDG. Traduzido do inglês, o DDG significa grãos secos por destilação, já o WDG, significa grãos úmidos por destilação. A diferença entre os dois se encontra apenas no processo de secagem, mas, para o pecuarista, não é nada mais do que uma alimentação completa para o seu rebanho.

E não é força de expressão. O DDG sai da nossa indústria pronta para o consumo do gado, podendo ser servido diretamente ao animal.

O uso do DDG na ração animal é recente no Brasil, começou entre os anos de 2010 a 2013. Os bons resultados, como custo benefício, fácil digestão e a acessibilidade em regiões dos produtores de milho, fizeram com que este coproduto fosse cada vez mais inserido na pecuária.

Pesquisas recentes, como a do Rabobank, instituição financeira com sede na Holanda, indicam que a demanda por DDG no Mato Grosso, deve ultrapassar 1 milhão de toneladas em até dois anos [2023].

E qual pecuarista não sonha em aumentar o rendimento dos animais sem necessariamente subir os custos? A equipe da ALD Bioenergia sabe muito bem como é a lida no campo e a nossa indústria está preparada para ser uma grande parceira do produtor.

Portanto, pecuarista e produtor rural, conte com a ALD Bionergia para otimizar o rendimento da sua criação bovina!

Etanol
O etanol de milho cresce e se destaca no mercado Brasileiro

O etanol de milho é produzido a partir da biomassa do milho, através dos processos de moagem, fermentação e destilação.

O Brasil é o segundo maior produtor global de etanol, atrás apenas dos Estados Unidos e, vale ressaltar que o etanol de milho brasileiro é uma realidade grandiosa e com benefícios para vários outros seguimentos.

A produção de etanol a partir do milho é cada vez mais relevante e se destaca com maior competitividade de mercado quando comparado a gasolina. Além de ser um biocombustível, que ajuda na redução do aquecimento global e efeito estufa, esse modelo de produção traz ainda outras vantagens como a utilização de seus subprodutos para nutrição animal, a possibilidade de gerar mais empregos e renda para quem trabalha no campo e agregando valor à matéria prima (milho).

Com a estabilidade do mercado de milho e uma demanda sólida por combustíveis com menor impacto ambiental, a produção de etanol de milho vivencia uma expansão que tende a se manter pelos próximos anos, e a ALD Bioenergia se faz presente nesse cenário, produzindo cerca de 113 milhões de litros de etanol de altíssima qualidade anualmente, contribuindo assim com essa nova realidade brasileira.